O superior-geral do Instituto Marista, Ir. Peter Carroll, convocou a família marista em todo o mundo para se unir em solidariedade às comunidades afetadas pelos terremotos que atingiram recentemente as Filipinas e a Venezuela.
No início de junho, a cidade de General Santos e a costa sul da Ilha de Mindanao, nas Filipinas, foram atingidas por um terremoto. Os tremores, de magnitude 7,8, foram sentidos a mais de 400 quilômetros de distância no território do país, vitimando fatalmente dezenas de pessoas e deixando famílias desabrigadas.
Já em 24 de junho, dois terremotos provocaram desabamentos e deixaram milhares de mortos e feridos na Venezuela. Diante da gravidade dos abalos, de magnitude 7,2 e 7,5, o país declarou estado de emergência.
Segundo dados do governo, mais de 5 mil pessoas morreram e cerca de 20 mil se feriram em decorrência do terremoto duplo. Para Ir. Peter Carroll, os maristas são convidados a continuar demonstrando compromisso com os mais necessitados, apoiando os trabalhos de socorro e recuperação e encarnando os valores de fraternidade, compaixão e responsabilidade compartilhada. “Convido-os a demonstrar, em um ato de solidariedade global, seu apoio a esta missão e a esses povos. Tudo o que vocês contribuírem será valorizado. Tudo o que vocês contribuírem fará a diferença”, afirmou.
Os maristas de Champagnat nas Filipinas se mobilizaram com rapidez, proximidade e espírito de solidariedade para acompanhar e ajudar aqueles que sofreram com o desastre, para reacender a esperança nas comunidades afetadas. Além disso, o Instituto Marista, por meio da Fundação Marista de Solidariedade Internacional (FMSI), promove uma campanha de ajuda às Filipinas chamada “Marist Tulong”. Trata-se de uma assistência pósterremoto destinada a apoiar as famílias e comunidades gravemente afetadas pela catástrofe. Para mais informações, acesse o site fmsi.ngo/es/emergencia-enfilipinas.
Ainda que não tenha sido registrado nenhum dano aos espaços maristas presentes na Venezuela, a Província Norandina e o Instituto Marista colocaram em pauta a criação de uma campanha de ajuda para a reconstrução das comunidades locais. “Todos nós ficamos comovidos com a devastação causada pelos fortes terremotos que afetaram tão gravemente a Venezuela. Este é o mais recente de uma série de desafios que o país tem enfrentado. Felizmente, nossas comunidades e obras sofreram apenas danos menores”, lembrou o superior-geral.



