O Papa Francisco faleceu na manhã do dia 21 de abril de 2025, às 7h35 (horário local), na Casa Santa Marta, no Estado da Cidade do Vaticano. A causa da morte foi um acidente vascular cerebral (AVC) fulminante, seguido de insuficiência cardíaca irreversível. O anúncio oficial foi feito pelo cardeal Kevin Farrell, camerlengo da Santa Igreja Romana, em uma declaração transmitida ao vivo da capela da Casa Santa Marta. O conclave para eleger o novo pontífice está previsto para começar em 7 de maio, na Capela Sistina, com a participação de 133 cardeais eleitores.
Em consonância com as reformas litúrgicas que ele próprio instituiu em 2024, o Papa Francisco optou por um funeral simples. Seu corpo foi velado na Basílica de São Pedro de 23 a 25 de abril, onde mais de 150 mil fiéis prestaram suas homenagens. A Missa Exequial ocorreu no sábado, 26 de abril, na Praça de São Pedro, presidida pelo cardeal Giovanni Battista Re, decano do Colégio Cardinalício. A cerimônia contou com a presença de cerca de 200 mil pessoas, incluindo líderes políticos e religiosos de todo o mundo.
Atendendo ao seu desejo pessoal, registrado em testamento, Francisco foi sepultado na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, tornando-se o primeiro papa em mais de um século a ser enterrado fora do Vaticano. O seu túmulo é marcado apenas pela inscrição “Franciscus”.
O Ir. José de Assis Elias de Brito, superior da PMBCN, expressou em mensagem aos maristas: “Francisco foi um dom de Deus, um presente do Espírito Santo para toda a Igreja. Desde sua eleição e a escolha do nome Francisco, surpreendeu-nos com uma liderança corajosa, profundamente humana, profética e servidora. Enfatizou, com vigor, a misericórdia, a compaixão, a inclusão, a sustentabilidade e o anseio sincero por uma Igreja verdadeiramente fraterna. Com Francisco, crescemos como Igreja. Com Francisco, tornamo-nos melhores na fé e na humanidade”.
O legado do Papa Francisco permanece como um chamado à Igreja para viver a fé com simplicidade, serviço e compaixão, especialmente pelos mais pobres e marginalizados. Sua vida e pontificado continuam a inspirar a missão marista de tornar Jesus Cristo conhecido, por meio da educação evangelizadora das infâncias, adolescências e juventudes, sobretudo as mais desfavorecidas.