35 anos do assassinato do Ir. Moisés Cisneros

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No dia 29 de abril de 1991, Ir. Moisés Cisneros foi assassinado na Escola Marista, localizada em uma área marginal da Cidade da Guatemala. Ele teve a vida marcada pelo apostolado entre as crianças e jovens da América Central e pela fidelidade até a morte. Deixou, para a Igreja e para a família marista em particular, um exemplo de dedicação aos marginalizados. O trabalho que empreendeu em Ateos, Chichicastenango e na Zona 6, mostra que o grão de trigo, se morrer, dá muito fruto, mesmo que a voz tenha sido silenciada para sempre. Como Maristas de Champagnat, herdamos suas obras e a responsabilidade de estar com as crianças e jovens mais necessitados.

Apóstolo entre a infância e a juventude da América Central

Moisés Cisneros nasceu em 12 de agosto de 1945 em Quintana de Raneros (León), Espanha, no seio de uma família que soube incutir em todos os seus filhos um profundo sentido da vida e da fé católica.

Iniciou o apostolado em El Salvador, na Escola San Alfonso. A partir do Liceo Salvadoreño, realizou um carismático trabalho na comunidade de Atehuán. Na Guatemala, foi fundador da comunidade de Chichicastenango. Como diretor da Escola Marista da Guatemala, na Zona 6, foi assassinado no próprio escritório em 29 de abril de 1991.

Com a morte violenta, deixou um legado da dedicação e entrega ao povo simples de Ateos, Chichi e da Zona 6, e da atenta preocupação pelos jovens Irmãos da comunidade. Em 25 anos como apóstolo entre a infância e a juventude centro-americana, sendo fiel até a morte, confirma quanto dito no Evangelho: “Se o grão de trigo não cair na terra e morrer, fica só; mas se morrer, produz muito fruto” (João 12,24).

pedido de abertura do processo de beatificação do Ir. Moisés foi apresentado pelo governo Geral do Instituto ao arcebispo de Santiago da Guatemala, em 2017. O objetivo deste processo é discernir, juntamente com toda a Igreja, sobre o possível martírio do Irmão marista. O Instituto está convencido de que a morte do Ir. Moisés ocorreu porque ele foi fiel a Jesus Cristo, ao Evangelho, à Igreja e à sua própria vocação.

Leia mais:

A entrega da vida até as últimas consequências por optar pelos marginalizados (F. Goyo Linacero)

Informações e imagem do Instituto Marista.

 

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