Nos meses de outubro e novembro, as comunidades mistas da PMBCN, Campina Grande (PB), Surubim (PE) e Nossa Senhora de Guadalupe – Januária (MG), foram convidadas a participar de duas formações, com temáticas acerca da convivência, da diversidade e da comunhão.
No dia 28 de outubro, o Pe. Vilson Groh assessorou uma videoconferência que teve como público-alvo Irmãos, leigas e leigos das comunidades da Província Marista Brasil Centro-Norte (PMBCN). No encontro, o padre trouxe reflexões acerca dessa convivência, com destaque à diversidade como fonte de riqueza para a comunhão, à cultura do encontro e à reciprocidade.
“Ele [Pe. Vilson] ressaltou que cada pessoa é parte essencial do todo e que, mesmo nas diferenças, é possível construir uma convivência harmoniosa, capaz de fortalecer o compromisso com a missão marista. O que mais me tocou foi a visão de que cada vocação, com sua singularidade, contribui para uma comunhão autêntica, na qual se constrói não apenas uma convivência, mas uma verdadeira família espiritual”, destacou Maria Goretti Machado, vice-diretora Educacional da Escola Marista Guadalupe e membro da Comunidade Marista Mista Nossa Senhora de Guadalupe, em Januária (MG).
Já no dia 19 de novembro, foi realizada a II Formação para Comunidades Mistas. O Ir. Antonio Carlos Machado Ramalho de Azevedo foi o responsável por apresentar o tema “A comunhão fraterna vivida a partir de uma atitude marista: espírito de família e pequenas virtudes”.

O Ir. Ramalho nasceu em Maceió, Brasil. É licenciado em Filosofia (Pernambuco) e em Teologia (Lovaina, Bélgica). Na PMBCN, foi educador, formador e provincial por 12 anos. Foi, também, conselheiro-geral do Instituto Marista durante dois mandatos, de 2001 a 2017. Atualmente, é superior da Comunidade de Notre-Dame de l’Hermitage, na França.
As videoconferências com as comunidades mistas fazem parte do acompanhamento da Província para com os membros que as compõem. Todos os encontros são elaborados com o objetivo de colaborar com Irmãos e leigos no que tange à vivência comunitária, tratando sobre temáticas como as relações interpessoais, a conscientização do papel de cada membro da comunidade e o espírito fraterno.
“A mensagem final que trago comigo é clara: a escuta atenta e o respeito verdadeiro são pilares da vida comunitária. Em minhas experiências, percebo que, quando escutamos com o coração e valorizamos cada história, criamos um ambiente de pertença e amor. Assim, seguimos juntos, diferentes, mas unidos, construindo comunhão e fortalecendo a esperança no caminho marista”, concluiu Maria Goretti.